19 agosto 2008

Marcas contratam infiltrados para influenciar blogs e chats

Sara já defendeu os direitos das mulheres, lutou contra o abandono dos animais e apoiou os mais desfavorecidos. Ao contrário do que possa parecer, Sara não é uma activista. É um dos membros da agência de marketing viral Webdote que se escondeu atrás de um nome fictício e assumiu diferentes personalidades para promover a campanha "Aqui há Selo" dos CTT, levada a cabo entre Abril e Junho deste ano.

Sara já defendeu os direitos das mulheres, lutou contra o abandono dos animais e apoiou os mais desfavorecidos. Ao contrário do que possa parecer, Sara não é uma activista. É um dos membros da agência de marketing viral Webdote que se escondeu atrás de um nome fictício e assumiu diferentes personalidades para promover a campanha "Aqui há Selo" dos CTT, levada a cabo entre Abril e Junho deste ano.

Sara navegou em blogs e comunidades online, sobre as mais diversas temáticas, dando a conhecer o projecto. Ao mesmo tempo que penetrava nas conversas dos fóruns, promovia o link do "Aqui há selo" levando os seus interlocutores a visitá-lo. O desafio consistia em dinamizar virtualmente um produto com uma existência e um uso físico como é o caso do selo.

"O utilizador 'online' está sempre à beira de um click para sair. Se nos dirigirmos a ele como anunciantes de determinada marca ou projecto as suas resistências serão à partida maiores", explica Ricardo Teixeira, CEO da Webdote.

in Jornal de Negócios

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