"Na arena da praça ou na arena da vida mais vale arriscar a colhida do que evitar o triunfo."
"Quando o caminho é duro, só os duros caminham."
20 Março 2012
De Mia Couto
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Mia Couto
15 Março 2012
Cartaxo campeão de futsal feminino
Apesar de faltarem ainda duas jornadas para a prova terminar, as jogadoras cartaxeiras têm quatro pontos de vantagem sobre o Paço dos Negros (51-47) mas a equipa do concelho de Almeirim só vai disputar mais uma partida uma vez que na última jornada irá folgar em virtude da desistência do Atlético de Pernes.
Assim, mesmo que o Sport Lisboa e Cartaxo perca os dois jogos, os 51 pontos são suficientes para assegurar a conquista do campeonato.
in Rede Regional
25 Fevereiro 2012
Festival Ruído Alternativo 2012
Como bem te lembras no ano passado, o Ruído Alternativo (programa do universo rock da Rádio Cartaxo) organizou a primeira edição do Festival Ruído Alternativo. Aconteceu a 2 de Julho de 2011, no Pavilhão Municipal de Exposições do Cartaxo, e trouxe para palco os W.A.K.O., os Dream Circus, os Smashed Head e os Strap 58.
Devido à boa aceitação do evento, este ano já estamos a preparar uma segunda edição do mesmo. Ainda sem datas definidas, estamos neste momento à procura das parcerias e patrocinadores necessários que, connosco, possam realizar um evento desta envergadura para uma edição ainda melhor do que aquela que se proporcionou no ano passado.
Desta forma, solicitamos a todos os interessados e voluntários que nos possam auxiliar na procura e contacto com os potenciais patrocinadores. É crucial a iniciativa de terceiros de forma a que possamos continuar a construir um festival cada vez maior e melhor.
O apoio de todos é muito importante!
A todas as pessoas e entidades interessadas no patrocínio e/ou parceria para a realização do festival basta contactar:
- Ruído Alternativo: ruido-alternativo@hotmail.com
- André Beda: abeda_vco@hotmail.com ou Tlmv: 91 622 43 65
- Carlos Montês: carlos.ds.montes@gmail.com ou Tlmv: 91 693 94 28
Os melhores cumprimentos.
A equipa,
Ruído Alternativo
André Beda e Carlos Montês
http://ruido-alternativo.
10 Fevereiro 2012
Para Sempre
De Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
07 Fevereiro 2012
O caso português de contratação pública electrónica
24 Janeiro 2012
Cinco portugueses distinguidos nos EUA para serem "futuros líderes científicos"
Mais AQUI.
08 Janeiro 2012
O intelectual e a política
Texto originalmente publicado em 1998
Será que um intelectual – por virtude dos seus esforços em ir além da superfície das coisas, em entender relações, causas e efeitos, em reconhecer os itens individuais como partes de entidades maiores e assim derivar uma consciência mais profunda desses factos e uma responsabilidade pelo mundo – se adequa à política?
Posto deste modo, cria-se uma impressão que considero ser o dever de qualquer intelectual de participar na política. Mas isso é absurdo. A política também envolve um número de requisitos especiais que só a ela são relevantes. Algumas pessoas preenchem esses requisitos; outras não, independentemente de serem intelectuais.
É minha convicção profunda que o mundo precisa – hoje mais que sempre – de políticos iluminados e previdentes que sejam suficientemente arrojados e tolerantes para considerar coisas que estão para além do âmbito da sua influência imediata tanto no espaço como no tempo. Precisamos de políticos dispostos e capazes de se erguer acima dos seus próprios interesses, ou dos interesses particulares dos seus partidos ou estados, e de agir de acordo com os interesses fundamentais da humanidade de hoje – isto é, de se comportar do modo que todos se deviam comportar, mesmo que a maior parte não o faça.
Nunca antes a política esteve tão dependente do momento, das disposições fugazes do público ou dos meios de comunicação. Nunca antes foram os políticos tão impelidos a perseguir o efémero e o tacanho. Parece-me muitas vezes que a vida de muitos políticos prossegue do noticiário televisivo de uma noite, para a sondagem à opinião pública da manhã seguinte, para a sua imagem televisiva na noite seguinte. Não tenho a certeza se a era actual de meios de comunicação de massas encoraja a emergência e crescimento de políticos da estatura de, digamos, um Winston Churchill; duvido que tal aconteça, embora possam sempre haver excepções.
Resumindo: quanto menos a nossa época favorece os políticos que se entregam a reflexões de longo prazo, mais esses políticos são necessários, e portanto mais intelectuais – pelo menos aqueles que correspondem à minha definição – deviam ser bem-vindos na política. Esse apoio poderia ser proveniente, entre outros, daqueles que – por qualquer razão – nunca entram na política, mas que concordam com esses políticos, ou pelo menos partilham a natureza moral subjacente às suas acções.
Oiço objecções: os políticos devem ser eleitos; as pessoas votam em quem pensa como elas. Se alguém quer progredir em política, deve prestar atenção à condição geral da mente humana; deve respeitar o ponto de vista do chamado eleitor “médio”. Um político deve, goste ou não, ser um espelho. Não deve ousar ser um arauto de verdades impopulares, pois o reconhecimento das quais, embora talvez no interesse da humanidade, não é considerado pela maioria do eleitorado como fazendo parte das suas preocupações imediatas, ou poderá mesmo ser considerado como antagonista dessas preocupações.
Estou convencido de que o propósito da política não consiste em satisfazer desejos de curto prazo. Um político também deve procurar o apoio popular às suas próprias ideias, mesmo que impopulares. A política deve implicar convencer os eleitores de que o político reconhece ou compreende algumas coisas melhor do que eles, e é por essa razão que devem votar nele. As pessoas podem assim delegar num político certos assuntos que – por uma variedade de razões – não conseguem apreender, ou com os quais não se querem preocupar, mas que alguém tratará por eles.
Claro, todos os sedutores das massas, tiranos potenciais, ou fanáticos, usaram este argumento para suportar a sua posição; os comunistas fizeram o mesmo quando se declararam o segmento mais iluminado da população e, por virtude desta alegada iluminação, arrogaram-se o direito de governar arbitrariamente.
A verdadeira arte da política é a arte de ganhar o apoio das pessoas para uma boa causa, mesmo quando a perseguição dessa causa possa interferir com os seus interesses particulares momentâneos. Isto devia acontecer sem impedir alguma das muitas maneiras em que podemos confirmar que o objectivo é uma boa causa, garantindo assim que cidadãos confiantes não são dirigidos para servir uma mentira e sofrer desastres como consequência, numa busca ilusória de prosperidade futura.Deve ser dito que existem intelectuais que possuem uma muito especial capacidade para cometer este mal. Elevam o seu intelecto acima do de todos os outros e eles próprios acima de todos os seres humanos. Dizem aos seus concidadãos que se não entendem o brilho do projecto intelectual que lhes é oferecido, é porque são mentalmente limitados e ainda não se içaram às alturas habitadas pelos proponentes do projecto. Depois de tudo o que passámos no século XX, não é muito difícil reconhecer como pode ser perigosa a atitude deste intelectual – ou antes, deste quase-intelectual. Lembremo-nos de quantos intelectuais ajudaram a criar as várias ditaduras modernas!
Um bom político deve ser capaz de explicar sem tentar seduzir; deve procurar humildemente a verdade deste mundo sem clamar ser o seu dono profissional; e deve alertar as pessoas para as boas qualidades que possuem, incluindo um sentido dos valores e interesses que transcendem o pessoal, sem se apropriar de um ar de superioridade nem impor o que seja aos seus iguais. Não deve ceder aos ditames dos humores públicos ou dos meios de comunicação de massas e ao mesmo tempo nunca dificultar o escrutínio constante das suas acções.
No reino de uma tal política, os intelectuais deviam fazer sentir a sua presença numa de duas maneiras possíveis. Podiam – sem achar isso vergonhoso ou aviltante – aceitar um cargo político e usar essa posição para fazer o que consideram correcto, não apenas para se agarrar ao poder. Ou poderiam ser quem empunha um espelho para os que estão em posição de autoridade, garantindo que os últimos servem boas causas e que não começam a usar lindas palavras como uma máscara para más acções, como aconteceu a tantos intelectuais na política nos últimos séculos.
Václav Havel, falecido a 18 de Dezembro, era aquele intelectual raro que, em vez de forçar a sua entrada na política, viu a política ser-lhe imposta. Em 1998, enquanto era Presidente da República Checa, ofereceu esta reflexão sobre os benefícios e os perigos da sua opção de carreira.
Tradução de António Chagas/Project Syndicate
13 Dezembro 2011
12 Dezembro 2011
Projecto "Da Vinha ao Vinho" - JS Cartaxo
Projecto "Da Vinha ao Vinho" from JS CARTAXO on Vimeo.
http://vimeo.com/33467493
07 Dezembro 2011
Convite “DA VINHA AO VINHO” – 10 Dezembro | Sábado | Quinta das Pratas - Cartaxo
Local: Auditório Municipal da Quinta das Pratas
14h30 Credenciação
15h00
Sessão de Abertura
Vasco Casimiro - Coordenador da JS/Cartaxo
Hugo Vieira - Projecto “Da Vinha ao Vinho”
Política agrícola e a agricultura portuguesa
Miguel Freitas - Deputado à Assembleia da República [Coordenador do GP para a Comissão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas].
16h00
Painel AS ORGANIZAÇÕES NO APOIO AO SECTOR VITIVINÍCOLA.
O papel da formação profissional no sector primário
Orador: Tiago Mota - Técnico de Diagnóstico e Encaminhamento do Liceu Sá da Bandeira (Santarém).
A divulgação e internacionalização do sector vitivinícola
Orador: José Arruda – Secretário-Geral da AMPV (Associação de Municípios Portugueses do Vinho).
O passado, presente e futuro das associações de agricultores
Orador: Vasco Guimarães – Presidente da VITICARTAXO (Associação dos Vitivinicultores da Região do Cartaxo e Azambuja).
Moderador: Paulo Simão
18h00 Sessão de Encerramento
Paulo Caetano – Projecto “Da Vinha ao Vinho”
Vasco Casimiro - Coordenador da JS/Cartaxo
Hugo Costa – Presidente da JS/Ribatejo
Délio Pereira – Secretariado do PS/Cartaxo
JS CARTAXO
Esta iniciativa é aberta à participação de todos e de entrada livre.
Participa!
Para qualquer informação contacta:
Hugo Vieira - 918490825
Paulo Caetano - 910192134
E-mail: maiscartaxo@gmail.com; agrojscartaxo@gmail.com
06 Dezembro 2011
Católica e Nova entre as melhores em Economia e Gestão
28 Novembro 2011
Bombeiros do Cartaxo comemoram 75 anos
O aniversário foi celebrado no passado sábado, com uma sessão solene, a inauguração do Monumentos aos Bombeiros e o Desfile de Fanfarras pelas ruas da cidade.
Na sessão solene, foram entregues louvores e medalhas de assiduidade, pela Liga dos Bombeiros Portugueses, aos bombeiros com 5, 10, 15 e 25 anos de serviço; a distinção de Bombeiro do Ano, atribuída à bombeira de 3ª Helena Leça; o crachá de ouro a Francisco Bacarote, a Carlos Pego e ao estandarte dos Bombeiros Municipais do Cartaxo; e a medalha de mérito e socorro, grau prata, atribuída aos bombeiros do Cartaxo por despacho de 15 de novembro do ministro da administração interna, Miguel Macedo.
Mário Silvestre, comandante da corporação, disse que nunca os bombeiros se depararam com uma situação como a que agora se vive.
O comandante deixou, também, algumas preocupações ao presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, disse que a classificação das agências internacionais a Portugal é inaceitável.
O presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, major general Arnaldo Cruz, saudou o poder local democrático e salientou a sua importância no sistema de Proteção Civil.
Paulo Varanda, presidente da câmara do Cartaxo, destacou o orgulho que o concelho sente por esta instituição.
Apesar de todas as dificuldades atravessadas em 2011, os bombeiros não baixaram os braços, disse Paulo Varanda.
in Rádio Cartaxo
24 Novembro 2011
II CONVENÇÃO AUTÁRQUICA PS|CARTAXO | PROGRAMA
Local Centro Cultural do Cartaxo Rua 5 de Outubro 243 701 600
14:30h Credenciação
15:00h PAINEL I Orçamento Participativo e Cidadania Activa: como mobilizar a comunidade para mais participação, melhores decisões nos Municípios e nas Freguesias
Orador Pedro Pinto de Jesus Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Orador Nélson Carvalho Secretário Distrital da Federação de Santarém do PS
Moderadora Telma Vinhas Mestre em Gestão, especialização em Sector Público Administrativo
16:15h PAINEL II Documento Verde da Reforma da Administração Local: o que muda nas autarquias locais?
Orador António Fonseca Ferreira Presidente do Arco Ribeirinho Sul
Orador Cândido Moreira Vice-Presidente da ANAFRE-Associação Nacional de Freguesias
Moderador António Morão Mestre em Gestão
17:30h HOMENAGEM a título póstumo aos militantes Maria do Carmo Augusto, Guilherme Barão dos Santos e Júlio Batista
17h45h SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Vasco Casimiro Coordenador da JS/Cartaxo
Fernando Santos Presidente da Assembleia Municipal do Cartaxo
Paulo Varanda Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo
Pedro Magalhães Ribeiro Presidente do PS/Cartaxo
Paulo Fonseca Presidente da Federação Distrital de Santarém
in PS Cartaxo
2ª Feira do Livro "À volta do livro"
A Feira do Livro está de regresso à Ereira (Cartaxo), entre 8 e 11 de Dezembro, na Adega da rua da fonte.
No seguimento do sucesso alcançado na edição anterior, o Grupo Herêra apostou mais uma vez neste projecto propiciador de desenvolvimento cultural e de entretenimento e lazer.
Com o lema "À Volta do Livro", a iniciativa tem como principal objectivo a divulgação e promoção dos livros, assim como a música e a arte de grande riqueza e diversidade feita no concelho.
As publicações irão contar com descontos atractivos sobre o preço de capa, sendo esta uma oportunidade única para adquirir e oferecer um livro nesta época natalícia.
A abertura ao público terá lugar pelas 15h do dia 08 de Dezembro e no decorrer do evento destacam-se as actuações da "Bandinha da SFE", no dia 09, às 21h30, a Banda Juvenil, no dia 10 de Dezembro, às 16h, e às 21h30 é a vez dos "Contraste" – Núria Pinto na voz, Hélder Penedos ao piano e Paulo Queirós na guitarra.
Ao longo desta 2ª Edição da Feira do Livro estarão patentes ao público as obras de pintura da artista Angélica Ribeiro e escultura de BF – Bruno Garrido e Filipa Santos.
Agenda:
Dia 08 Dez. (5ª feira - Feriado)
15h – Abertura
22h – Fecho
Dia 09 Dez. (6ªfeira)
18h – Abertura
21h30 - Actuação da Bandinha SFE
24h – Fecho
Dia 10 Dez. – (Sábado)
14h – Abertura
16h - Actuação da Banda Juvenil
21h30 – Actuação dos "Contraste"
24h – Fecho
Dia 11 Dez. (Domingo)
14h – Abertura
16h - Hora do Conto
22h – Encerramento
Grupo Herêra – Associação Cultural
O Grupo Herêra surgiu com o intuito de dinamizar a freguesia da Ereira desenvolvendo actividades culturais e lúdicas.
Ereira, 20 de Novembro de 2011
Mais informações:
Grupo Herêra - e-mail: grupoherera@gmail.com grupoherera@
Ana Bernardino – 919 966 108
Carlos Lima – 916 113 972
21 Novembro 2011
AUSTERO (DES)GOVERNO PSD/CDS-PP
Passados cerca de três meses de governação da maioria de direita, aqueles que, enquanto oposição, não queriam mais austeridade e que referiam que não se poderia exigir mais sacrifícios aos portugueses, têm demonstrado exactamente o oposto.
Vejamos, e a saber, este Governo PSD/CDS-PP impôs aos portugueses, contrariamente ao que prometeu, o aumento dos impostos por três vezes: o imposto extraordinário equivalente a 50% do subsídio de Natal acima do salário mínimo nacional, o aumento do IVA no gás e electricidade de 6% para 23% e o aumento do preço dos transportes públicos em cerca de 15%.
Deste Governo de direita que soma austeridade à austeridade e ataca os rendimentos dos que menos têm, esperam-se ainda mais medidas com gravidade idêntica para os portugueses. Recentemente, foram noticiadas a redução das comparticipações em medicamentos e vacinas, a suspensão de obras de requalificação de escolas secundárias previstas no programa da empresa Parque Escolar, a interrupção do programa de distribuição do computador Magalhães, entre muitas outras medidas que virão a ter importância na vida de todos os portugueses.
Identificamos facilmente este Governo com a marca dos 3 I’s”: a marca da injustiça social, do incumprimento eleitoral e da insensibilidade social, como referiu recentemente António José Seguro.
Vasco Miguel Casimiro
http://vascocasimiro.blogspot.com/
vascocas@gmail.com
Artigo publicado na Revista Dada - Edição Outubro/Novembro
Ana Catarina Casimiro (JS/Cartaxo) eleita para Coordenadora Distrital dos Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário
A Federação Estudantil do Ribatejo é a estrutura representativa de todos os estudantes do Ensino Básico e Secundário do Distrito de Santarém, filiados na Juventude Socialista, e está a dar os primeiros passos no Ribatejo.
A JS/Cartaxo faz votos de muito e bom trabalho e disponibiliza-se para ajudar a nova estrutura dos jovens socialistas do Distrito de Santarém.
JS/Cartaxo
Comissão Política Federativa da JS Ribatejo | 14 Novembro 2011 | Almeirim | Destaques
1. Recandidatura de Hugo Costa (Tomar) a Presidente da Federação da Juventude Socialista do Ribatejo.
2. Eleição de Ana Catarina Casimiro (Cartaxo) para Coordenadora Distrital provisória da Federação Estudantil do Ribatejo – ONESEBS / JS.
3. Eleição de Maria Inês Maurício (Rio Maior) para Presidente da Comissão Organizadora da Convenção (COC).
JS Ribatejo
10 Novembro 2011
Pedaços de história II - PS Cartaxo
Recordar e respeitar o passado com tudo o que tem de positivo e de negativo. Analisar honestamente o presente, sem subterfúgios. Projectar o futuro assente numa democracia mais participativa, mais transparente.
30 Outubro 2011
Pedaços de história I - PS Cartaxo
Aos homens e mulheres que, em 30 de Outubro de 1974, fundaram o Partido Socialista do Cartaxo.
29 Outubro 2011
25 Outubro 2011
Comissão Política Nacional da JS no Cartaxo
No decorrer da Semana Federativa da Juventude Socialista do Distrito de Santarém (JS Ribatejo), decorreu no Centro Cultural do Cartaxo uma importante reunião da Comissão Política Nacional da Juventude Socialista, órgão consultivo por excelência do Secretário-Geral e do Secretariado Nacional da estrutura.
O momento político que atravessamos é crucial e, dessa forma, foi discutida a actualidade política, com especial incidência no Orçamento de Estado de 2012 e na forma como ainda torna mais precária a vida dos jovens portugueses.
Na sessão de abertura da mesma reunião, deram as boas vindas e usaram da palavra: Vasco Casimiro (Coordenador da JS Cartaxo), Hugo Costa (Presidente da JS Ribatejo), Pedro Magalhães Ribeiro (Presidente do PS Cartaxo) e Paulo Varanda (Vice-Presidente da Câmara Municipal).
Para a JS Ribatejo é um grande motivo de orgulho ser escolhido o distrito de Santarém para realizar esta reunião, sendo mais um incentivo para o nosso trabalho diário.
JS Ribatejo
16 Outubro 2011
Cartaxo recebe Comissão Política Nacional da JS
No próximo dia 23 de Outubro, pelas 16h00, no Centro Cultural do Município do Cartaxo, decorrerá uma reunião da Comissão Política Nacional (CPN) da Juventude Socialista.
Esta reunião tem, entre outros pontos da ordem de trabalhos, a análise da situação política, o Orçamento de Estado 2012 e o início do ano lectivo do Ensino Superior 2011/2012.
A Comissão Política Nacional é o órgão representativo de discussão política da Juventude Socialista.
JS Ribatejo







